10 de out de 2014

Cura do umbigo em bezerros recém-nascidos


Durante a vida fetal, o umbigo é a via de comunicação entre o feto e a mãe. Pelo cordão umbilical chega sangue materno, rico em nutrientes e oxigênio e, por ele, também são eliminados os catabólitos do feto. Logo após o nascimento, o umbigo perde totalmente a sua função, involui rapidamente e, em poucos dias, as veias e artérias utilizadas na comunicação materno-fetal fecham-se.
Assim,o umbigo é uma porta aberta para vários agentes causadores de diversas enfermidades.



Anatomia Umbilical


A cura do umbigo é de vital importância para os bezerros,a fim de evitar contaminações por agentes infecciosos ou bicheiras.
É importante que o técnico ou tratador use equipamento desinfectado e em ambiente livre de sujeira.E o tratamento deve ser feito logo após o nascimento.

Patologias Umbilicais:

Pode-se classificar as patologias umbilicais em não infecciosas e infecciosas e estas em extra e intra-abdominal. A extra-abdominal recebe o nome de onfalite e as intra-abdominais, de acordo com o segmento afetado.
Exemplo de processo não infeccioso são as hérnias,fibromas e bicheiras.

Os sinais clínicos são o aumento de volume e a consistência da região umbilical, sensibilidade ao toque e vasos umbilicais endurecidos e espessados em maior ou menor grau.
No caso de inflamação umbilical, deve-se proceder ainda a palpação da cavidade abdominal ventral, utilizando ambas as mãos, para pesquisar a ocorrência de cordões espessados e sensíveis.

Patologias umbilicais podem significar também muitos prejuízos econômicos.

A cura do umbigo:

O umbigo deve ser cortado na medida de dois a quatro dedos e imerso em solução de iodo, na concentração de 10% em álcool, ou produto similar.Deve-se, também, despejar o líquido no interior do cordão e ao seu redor.

Veja a cura do umbigo na prática no vídeo abaixo:



Clique aqui para conhecer a importância do colostro para bezerros recém-nascidos,que junto com a cura do umbigo,são coisas simples, mas de alto peso na fase de cria dos bezerros

Fontes: http://www.nordesterural.com.br/nordesterural/matler.asp?newsId=5307
             http://www.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/doc/doc72/cuidadobez.html
             http://rehagro.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=1780

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