A Influenza Equina, conhecida também como Gripe Equina, acomete os equídeos em geral e é altamente contagiosa. A enfermidade é causada por vírus do gênero Influenzavírus, o vírus da influenza equina pertence à família dos ortomixovírus. Existem 2 subtipos, influenza A/Equi-1 e influenza A/Equi-2, que são classificados de acordo com as características antigênicas das glicoproteínas de superfície, a hemaglutinina (HA) e a neuraminidase (NA). Os vírus A/Equi-1 possuem uma H7HA e uma N7NA e os vírus A/Equi-2, uma H3HA e uma N8NA.
Como possuem a capacidade de mutação gênica é reduzido o grau e o período de proteção conferida por infecção anterior ou pela vacinação.
É uma doença de início repentino com curto período de incubação de 1-3 dias. Os equinos permanecem infectantes por 3-6 dias após os últimos sinais da doença.
A taxa de mortalidade da doença é baixa em animais adultos (menos de 1%), sendo a maioria das mortes associada a infecções bacterianas secundarias, porem em potros, que ainda não possuem anticorpos maternos, pode levar a morte em 48h.
Porém pode afetar o treinamento e rendimento dos animais.
A doença pode ser transmitida por contato direto e também por contato indireto, como pelo ar, fômites, ambientes e alimentos contaminados. É comum se manifestar em locais com grande aglomerados de animais, como exposições, competições, etc.
Ocorre no mundo todo, exceto na Austrália e na Nova Zelândia, onde ainda não foram registrados casos de influenza equina. Trata-se de doença endêmica na América do Norte, Europa e América do Sul.






